Acabou a farsa, acabou o show eleitoreiro. Por 19 votos à 12, derrotamos o relatório da mentira do deputado Alfredo Gaspar. Ele trabalhou seis meses pra esconder embaixo do pano a sujeira que os amigos bolsonaristas fizeram no INSS.
Esse esquema não era pequeno. Roubou R$ 6 bilhões dos aposentados e pensionistas. Era uma organização criminosa estruturada, com servidores públicos, empresas de fachada e associações fraudulentas operando dentro do Estado.
Mas a verdade venceu a mentira! A verdade está no relatório que a maioria apresentou e por uma manobra do presidente da CPMI, senador Carlos Viana, o texto não foi aprovado.
O relatório dos nossos parlamentares deixou claro: Jair Bolsonaro era o chefe do esquema. Foi entre os anos de 2019 e 2022, no governo dele, que afrouxaram as regras do INSS nomeando bolsonaristas em cargos estratégicos. Abriram o caminho para a explosão das fraudes.
E não tem jeito... pai e filho estão metidos no esquema. Flávio Bolsonaro abriu um escritório para lavar dinheiro. A CPMI mostrou que quem tomava conta desse escritório era Letícia Caetano, irmã de Alexandre Caetano, sócio e contador do Careca do INSS, principal operador do esquema.
A roubalheira atingiu cerca de 5 milhões de aposentados e pensionistas. Gente simples, idosos, pessoas que trabalham a vida toda…roubados mês após mês.
O relator da CPMI, Alfredo Gaspar, só fez o serviço sujo para proteger os amigos. E a prova cabal é a própria filiação dele no PL, partido da Família Bolsonaro.
Se existem milhões de aposentados lesados, é porque Jair Bolsonaro permitiu. O relatório da maioria provou a verdade com documentos, provas, depoimentos e fatos. Não é narrativa.
Foi o Governo do Presidente Lula que identificou as fraudes e a Polícia Federal investigou. E sabe o que o presidente Lula fez de melhor? Devolveu o dinheiro para os aposentados que foram roubados pelo time do Bolsonaro.
O Brasil precisava dessa resposta. E, principalmente, de justiça.